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sábado, 16 de abril de 2016

Agripalma - Leonurus Cardíaca



A famosa cauda de leão, é nativa da região Escandinávia, sempre foi um bom calmante. 

Planta da família das labiaea, também conhecida como cauda de leão, cardíaca, chá-de-frades, erva-macaré e totanga. 

Planta herbácea perene, de rizoma curto e lenhoso, cresce até 1,2 metros de altura. 

Caule ereto, quadrangular, estriado, oco, piloso, às vezes violáceo.

As folhas longo pecioladas, pubescentes ou glabras, são palmadas cordadas na base e rilobadas no ápice. A página superior é verde-escuro e a página inferior verde-claro. As flores pequenas são róseas ou vermelhas, em verticilos na axila da página superior das folhas. 

O cálice é funicular, com 5 bicos inclinados para fora. A corola é vilosa e maior que o cálice, e os estames se estendem para fora das flores. O fruto é uma minúscula castanha com um tufo de pelos na ponta.

A agripalma, um remédio subestimado, tem uma combinação invulgar de ações, todas propensas a acalmar os que têm um temperamento nervoso e a fortalecer as funções cardiovascular e digestiva. 

Partes utilizadas: Partes aéreas colhidas na floração.

É nativa da Europa central à Escandinávia, Rússia e Ásia. 

Foi levada para outras partes do mundo onde se tornou espontânea. 

É usada há muito tempo como remédio para batimentos cardíacos acelerados ou irregulares. 

Eupéptico, antirreumático, febrífugo e estomáquico. 

Usada para promover um ciclo menstrual regular e sem sintomas, a agripalma alivia a tensão pré-menstrual e as dores menstruais e sintomas do climatério.

Estimula o surgimento da menstruação e também é útil quando a irregularidade ou ausência do ciclo menstrual está ligada a pouco apetite ou a pouco peso e facilita a contração uterina após o parto. 

A agripalma é importante para palpitações e batimentos cardíacos irregulares, sobretudo ligados a ansiedade ou a uma atividade excessiva da tiroide, doses pequenas e frequentes podem ser suficientes para controlar esses problemas.

E prescrita pelos fitoterapeutas para angina de peito, palpitações, doença coronária, taquicardia e hipertensão. 

Princípios amargos diterpênicos: leocardina monoterpenos iridóides: ajugosídeo (leonurídeo), ajugol, galiricosídeo, reptosídeo. 

Óleos essenciais: traços. flavonoides: rutina, quercetina, isoquercetina, hiperosídeo, genkvanina alcaloides: estachidrina, betaína, leonurina, taninos Derivados do ácido caféico. 

Farmacologia: 

Age como tônica, especialmente para o coração. 

Os alcaloides facilitam as contrapões uterinas, sendo útil nas cólicas e no trabalho de parto. 

Também estimula o fluxo menstrual.

Restaura o útero e previne a hemorragia pós-parto; é usada na homeopatia em hipotireoidismo. 

Contraindicações: Não usar na gravidez, na aleitação, e durante tratamentos com cardiotônicos. 

Para que serve a agripalma 

A agripalma é um remédio natural em especial para o coração, já que age como tônico e o fortalece, evitando possíveis infartos ou problemas decorrentes de um coração frágil. Composta também de alcaloides, ela facilita contrações uterinas, alivia cólicas e auxilia o trabalho de parto, além de restaurar o útero e prevenir hemorragias pós-parto e amenorreia. Para quem sofre de hipotireoidismo a agripalma também é um ótimo medicamente homeopático. 

Seu uso ainda é ideal para quem sofre de insônia, ansiedade, taquicardia, palpitações e arritmia. Funciona como uma espécie de sedativo, relaxante, antiarrítmico e hipotensor leve. Pode curar disfunções da tireoide, problemas respiratórios como asma, sinusite, rinite, entre outros.

Cuidados 

Evite usar esta planta junto com sedativos. Grávidas, lactantes e mulheres durante o período menstrual devem evitar seu consumo sem o acompanhamento de um médico.

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